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| Na indústria de produtos para o setor animal, a preocupação não tem sido diferente. Em meio à demanda crescente por uma produção mais orgânica e sustentável, a substituição de moléculas sintéticas por compostos naturais tem sido vista cada vez mais como uma importante ferramenta alternativa. |
Como a própria nomenclatura sugere, diferentemente de um produto com origem natural, moléculas sintéticas são obtidas de forma artificial pelo homem. Altamente purificadas e manipuladas em ambiente laboratorial, sua ação costuma ser bastante direcionada a um determinado órgão receptor, ainda que possam alterar em menor escala o funcionamento de outras estruturas no organismo.
Apesar de muito eficientes, seu uso nem sempre compactua com a produção sustentável que tanto se almeja nos tempos atuais, podendo estar associado à geração de resíduos indesejáveis aos animais e ao ambiente, além de estarem vinculados a um processo fabril que gera, em diferentes graus, volumes de poluente para o nosso planeta.
Probióticos, prebióticos, ácidos orgânicos, extratos vegetais e produtos herbais são algumas das fontes alternativas e naturais mais estudadas no momento. No caso de produtos naturais a base de plantas (fitogênicos), sua capacidade de atuar sobre múltiplos órgãos-chaves, participando de interações metabólicas e atividades biológicas distintas no organismo, têm sido observadas para diferentes espécies animais.
Algumas diferenças existentes no processo de produção de produtos fitogênicos, como é o caso dos extratos vegetais e produtos herbais, são determinantes para sua classificação e capacidade de ação.
No caso dos extratos, diante da necessidade de dissecação e extração química de compostos ativos, obtém-se um produto parcialmente natural e com menor variabilidade de compostos em sua composição, ao passo que é capaz de entregar uma maior concentração dos princípios de interesse.
É justamente esta diversidade de compostos que permite uma maior exploração de sinergias – a associação de ações de diferentes substâncias presentes em uma ou mais espécies utilizadas no produto.
| É importante ressaltar que os produtos herbais possuem formulações diferenciadas, e por isso, são únicos. Aspectos que vão desde o local de cultivo de uma determinada matéria-prima – envolvendo condições de solo e de clima, por exemplo – até o momento de sua colheita, abrangendo a etapa vegetativa da planta e a seleção da parte ideal para o objetivo proposto (raízes, caules, folhas, sementes ou flores), contribuem para a singularidade de cada produto. |
Além disso, a padronização de princípios ativos em cada matéria-prima e o alcance da proporção exata de cada uma das plantas a serem utilizadas, são parte de um rigoroso controle de produção e de qualidade dentro do ambiente fabril.
| Neste sentido, muitos são os trabalhos já publicados relacionados ao emprego de fitogênicos na produção animal, sobretudo como fontes alternativas para substituição dos produtos sintéticos, como vitaminas, minerais e fármacos melhoradores de desempenho nas criações, os chamados antibióticos promotores de crescimento (APC) – já banidos em muitos países. |
Mas de que modo os complexos poliherbais poderiam superar, ou ao menos igualar, os ganhos advindos com o uso dos APCs?
Entre os compostos fitoquímicos presentes nos produtos herbais:
- Saponinas,
- Taninos,
- Carotenoides,
- Fosfolipídios e
- Flavonoides, são alguns dos exemplos.
Suas funcionalidades são amplas e abrangem os conceitos de saúde intestinal, melhorando barreiras intestinais, estabelecendo uma microbiota favorável ao desenvolvimento do animal, além da sinergia com probióticos e outros fitobióticos.
Os compostos podem ainda apresentar:
| Ao abate, trabalhos relatam impactos positivos sobre a qualidade de carcaça dos animais, e reforçam o benefício da não necessidade de realização de um período de carência após seu uso, diferente do que acontece para o emprego de antimicrobianos na produção animal. |
Além da questão de substituição dos APCs, o uso de complexos herbais pode ainda contribuir para cenários onde o uso de metais pesados e substâncias químicas em geral sejam debatidos na produção animal, em decorrência dos efeitos nocivos que possam vir a causar ao meio ambiente e à saúde humana.
Como em todo cenário de desafios e restrições, surgem as novas oportunidades. A necessidade de manter a alta eficiência e produtividade dos plantéis atuais impulsiona a busca por fontes alternativas que possam contribuir para a construção de uma produção animal cada vez mais sustentável, mas também lucrativa.
Nesta jornada, os complexos poliherbais podem ser considerados eficientes ferramentas de trabalho para os produtores e outros diferentes personagens da produção animal, como sanitaristas, consultores e nutricionistas, em sua busca pela melhoria contínua da cadeia de proteína animal.
SOBRE A NUPROXA
A empresa é certificada pela FAMI-QS, e seus produtos têm eficácia comprovada para a saúde e bem-estar animal, com testes realizados nos mais renomados institutos de pesquisa e universidades do mundo e resultados demonstrados em condições reais experimentais e comerciais.
Presente em mais de 25 países da América Latina e Europa, a Nuproxa vem crescendo a um ritmo médio de 20% ao ano, como resultado do forte compromisso da empresa com seus parceiros comerciais, com a P&D de seus produtos e principalmente com seus clientes.
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