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De acordo com pesquisa sobre o setor pecuário publicada pelo Instituto Brasileiroo de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil quebrou três recordes em 2016: o abate de frangos aumentou em 1,1%, registrando-se 5,86 bilhões de cabeças; a produção de ovos de galinha cresceu 5,8%, alcançando 3,1 bilhões de dúzias; e também com o abate de suínos, que obteve um incremento de 7,8% com 42,32 milhões de cabeças por ano.
Aumento do abate de frangos
Em 2016, o abate de frangos aumentou para 5,86 bilhões de cabeças, aumentando em 1,1% em relação ao ano de 2015, ou seja, 64,09 milhões de cabeças de frango a mais. Se trata de um recorde da série histórica que se inicia em 1997. O aumento no abate de frangos foi registrado em 10 das 25 UFs (Unidades da Federação) participantes da pesquisa. Os maiores aumentos foram registrados no Paraná (+58,10 milhões de cabeças), Rio Grande do Sul (+31,88 milhões de cabeças), Minas Gerais (+20,02 milhões de cabeças), Bahia (+2,11 milhões de cabeças) e Mato Grosso (+252,82 mil cabeças). O Paraná continuou como líder no abate de frangos no ano de 2016, com 31,3% de participação nacional, seguido de Santa Catarina (14,9%) e Rio Grande do Sul (14,2%).
Aumento no abate de frangos em 1,1%, leva a 5,86 bilhões de cabeças de frango anuais – Paraná continua como estado líder no Brasil.
As principais quedas foram em Goiás (-15,56 milhões de cabeças), Santa Catalina (-11,17 milhões de cabeças), Distrito Federal (-6,49 milhões de cabeças), Mato Grosso do Sul (-5,70 milhões de cabeças) e São Paulo (-175,82 mil cabeças).
No quarto trimestre de 2016 foram abatidos 1,41 bilhões de cabeças de frangos, representando uma queda de 4,0% em comparação com o trimestre anterior e 6,2% em comparação com o mesmo período de 2015.
Produção de ovos de galinha
Em 2016, os avicultores produziram 3,10 bilhões de dúzias de ovos de galinha, um incremento de 5,8% em relação ao ano de 2015, ou seja, 51,28 milhões de dúzias a mais. Foi um novo recorde anual para a serie.
No universo da pesquisa houve aumentos em 19 das 26 UFs (Unidades da Federação). Os maiores incrementos se registraram em São Paulo (+49,94 milhões de dúzias), Ceará (+28,95 milhões de dúzias), Espírito Santo (1+9,35 milhões de dúzias), Goiás (+19,1 milhões de dúzias), Minas Gerais (+13,18 milhões de dúzias) e Tocantins (+10,06 milhões de dúzias).
A produção de ovos de galinha alcançou um recorde de 5,8%, chegando a 3,10 bilhões de dúzias de ovos ao ano – São Paulo continua sendo o líder da produção.
As maiores quedas ocorreram no Amazonas (-4,31 milhões de dúzias) e Bahia (-1,52 milhões de dúzias). Responsável por 29,5% da produção nacional de ovos de galinha, São Paulo continua sendo o líder, seguido de Minas Gerais (9,8%) e Paraná (9,3%).
No quarto trimestre de 2016, a produção de ovos de galinha foi de 799,33 milhões de dúzias, recorde trimestral na série histórica iniciada em 1987. Esta cifra foi 2,5% maior que o trimestre anterior e 6,9% maior que a registrada no quarto trimestre de 2015.