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Ração triturada ou micropeletizada: qual a melhor escolha para frangos de corte?

Escrito por: Alex Maiorka - Professor de Nutrição Animal da UFPR , Brenda C. P. dos Santos - Mestrandos em Zootecnia, UFPR; , Eduarda G. Rychwa - Graduanda em Agronomia, UFPR; , Isabella de C. Dias - Doutoranda em Ciências Veterinárias , João P. F. R. de Oliveira - Mestrando em Zootecnia, UFPR; , Vivian I. Vieira - Doutoranda em Zootecnia (PPGZ) UFPR
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Ração triturada ou micropeletizada: qual a melhor escolha para frangos de corte?

Um dos principais desafios na produção avícola é o custo das rações, que representa aproximadamente 66,1% dos custos totais de produção (ICP Frango/Embrapa, 2024). Para reduzir esses custos, é necessário otimizar o uso dos ingredientes na alimentação das aves de corte. A otimização tem como objetivo maximizar o aproveitamento dos nutrientes, o que, por sua vez, reduz os custos de produção e melhora a conversão alimentar dos animais, favorecendo seu desenvolvimento (Surek et al., 2008). 

Diante dessa necessidade, pesquisas atuais concentram-se em aprimorar tanto a utilização dos ingredientes das rações quanto a forma física. Um dos processos de produção das rações, que contribuem para a melhoria da eficiência de utilização dos ingredientes, a redução de desperdícios e o aumento do desempenho zootécnico é a peletização (Massuqueto, 2014).

As rações destinadas a frangos de corte podem ser apresentadas em diferentes formas físicas, como fareladas, peletizadas e trituradas (Vargas et al., 2007), essas diferenças estão destacas na Tabela 1. A ração peletizada, quando triturada, passa por um processo adicional de redução do tamanho das partículas. Já a ração micropeletizada é composta por pequenos peletes, geralmente com diâmetros entre 1,0 e 2,0 mm, e é produzida de forma semelhante à peletização comum, sem a necessidade de trituração adicional.

Tabela 1. Formas físicas da ração e o impacto em diferentes variáveis de produção de frangos de corte. Fonte: Adaptado de Jahan et al., (2006); Traldi (2009); Krabbe (2011); Castro (2020).

 

Durante a fase pré-inicial, é importante maximizar o ganho de peso das aves para garantir a uniformidade do lote no momento do abate. Uma alimentação precoce, bem balanceada e de alta digestibilidade nesse período favorece o desenvolvimento inicial do intestino e, a longo prazo, melhora a eficiência alimentar e o peso das aves na idade de abate (Moreira et al., 2020).

 

Efeitos da forma física da dieta

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