Em volumes, até a 4a semana de outubro, o Brasil exportou 18,33 mil toneladas de produtos avícolas por dia, o que representa um crescimento de 23,81% sobre as 14,81 mil toneladas exportadas diariamente em outubro de 2020. Ao todo, em apenas 15 dias úteis, o Brasil exportou 275,08 mil toneladas de carne de aves em outubro de 2021, enquanto o volume total exportado durante todo o mês de outubro de 2020, foi de 296,24 mil toneladas.
Receita diária com exportações de frango cresce 62,82% neste mês de outubro
Até a 4ª semana deste mês de outubro, a média diária das receitas obtidas com as exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, foi 62,82% superior à média diária do mesmo mês de 2020. Saiba mais aquI!
Até a 4ª semana deste mês de outubro, a média diária das receitas obtidas com as exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, foi 62,82% superior à média diária do mesmo mês de 2020. Segundo dados da SECEX (Secretaria de Comércio Exterior), ligada ao Ministério da Economia, até a 4a semana de outubro as exportações avícolas renderam US$32,61 milhões por dia, enquanto no mesmo mês de 2020, a média chegou a US$20,03 milhões.
O preço pago por tonelada de produtos avícolas exportados em outubro de 2021, também ficou 31,51% acima dos valores praticados em outubro de 2020. Enquanto o preço médio até a 4a semana de outubro foi de US$1.778,37, o preço pago em outubro de 2020 ficou na casa dos US$1.352,30.
No acumulado até a 4ª semana do mês de Outubro, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte:
- crescimento de US$ 36,19 milhões ( 25,9%) em Agropecuária;
- crescimento de US$ 81,3 milhões ( 36,6%) em Indústria Extrativa e
- crescimento de US$ 151,51 milhões ( 29,4%) em produtos da Indústria de Transformação (setor no qual está inserida a carne de aves).
Na Agropecuária, o aumento das exportações foi puxado pelos seguintes produtos:
- Soja (+ 115,9% com aumento de US$ 51,33 milhões na média diária);
- Café não torrado (+ 23,1% com aumento de US$ 5,37 milhões na média diária);
- Frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (+ 20,2% com aumento de US$ 1,27 milhões na média diária);
- Especiarias (+ 86,1% com aumento de US$ 1,04 milhões na média diária) e
- Madeira em bruto (+ 54,5% com aumento de US$ 0,32 milhões na média diária).