Introdução e histórico do bem-estar em animais de produção, comportamento e manejo no pré-abate, transporte e abate, eutanásia e abate de emergência, indicadores práticos de bem-estar animal no frigorífico, qualidade e rendimento de carne, o consumidor moderno e o consumo consciente.
Porto Alegre sediará curso de bem-estar e abate humanitário
O curso é voltado para profissionais e estudantes que têm envolvimento direto ou indireto com a cadeia produtiva de frango de corte, suínos e gado de corte
Bem-estar e abate humanitário são requisitos fundamentais na produção atual de proteínas de origem animal. No caso do Brasil, que é o maior exportador de carne de frango do mundo, atendendo a centenas de mercados, com diferentes exigências, manter-se atualizado sobre esses temas é primordial.
No próximo dia 14 de abril, acontece em Porto Alegre (RS) o curso “Bem-Estar e Abate Humanitário de Aves, Suínos e Bovinos”. Organizado pelo Epvet (Empreendedorismo para Veterinários), o curso terá início às 10h, no Hotel Ritter, e terá duração de seis horas.
Esses temas serão abordados pelo facilitador do curso, Leonardo Thielo de La Vega, que é médico veterinário formado pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Ele possui mais de 17 anos de experiência no setor frigorífico, bem-estar animal e segurança de alimentos. Atualmente é auditor do sistema McDonald’s PAACO (Professional Animal Auditor Certification Organization) para os países da América Latina e do programa Suíço Alo Free.
Diretor Executivo da F&S Consulting, Leonardo de La Veja é um dos quatro médicos veterinários brasileiros indicados para concorrer ao 2º Prêmio da Associação Mundial Veterinária (WVA) de Bem-estar Animal. Sua indicação se deve ao fato de ele ser o primeiro profissional no mundo a validar, cientificamente, uma linha capaz de atender tanto o abate humanitário, como o religioso, a partir da implantação de parâmetros elétricos comprovados com eletroencefalografia e eletrocardiografia digitais, utilizadas in loco.
“No que diz respeito às aves, por exemplo, vamos abordar a questão fisiológica dos animais, como funciona o sistema elétrico atual, que mudanças foram feitas nesse sistema, que fazem com que os riscos de o animal morrer antes da sangria sejam controlados”, explica Leonardo. “Nosso principal objetivo é promover atualização da mão-de-obra brasileira, a partir dos melhores estudos, pesquisas e práticas utilizadas em todo o mundo”, completa.
As inscrições podem ser feitas pela internet até o dia 14 de abril. O curso é voltado para profissionais e estudantes que têm envolvimento direto ou indireto com a cadeia produtiva de proteína animal (frango de corte, suínos e gado de corte).