Os Emirados Árabes Unidos ocuparam a segunda posição no ranking e adquiriram 21,7 mil toneladas, que somaram US$ 32,8 milhões. Houve alta de 3% em volume, apesar da queda de 2% em receita.
Arábia Saudita compra mais frango do Brasil
No primeiro mês de 2021 a Arábia Saudita comprou 35,8 mil toneladas de carne de frango brasileira, totalizando US$ 58,5 […]
No primeiro mês de 2021 a Arábia Saudita comprou 35,8 mil toneladas de carne de frango brasileira, totalizando US$ 58,5 milhões, altas de 2% e 4% respectivamente sobre janeiro do ano passado. Os sauditas foram o maior importador de carne de frango do Brasil em janeiro entre os países árabes.
No primeiro mês de 2021 a Arábia Saudita comprou 35,8 mil toneladas de carne de frango brasileira, totalizando US$ 58,5 milhões, altas de 2% e 4% respectivamente sobre janeiro do ano passado.
Em seguida apareceram Iêmen, Kuwait e Omã como compradores árabes do frango brasileiro.
- O Iêmen se destacou com altas de 6% em volume (9,6 mil toneladas) e de 10,7% em receita (US$ 13,9 milhões).
- O Kuwait apresentou uma queda brusca nos embarques, de 38% em volume (5,9 mil toneladas) e de 35% em receita (US$ 9,5 milhões).
- Omã apresentou alta de 8,9% em volume (5,6 mil toneladas) e de 1,5% em receita (US$ 8,3 milhões).
As exportações de carne de frango do Brasil como um todo somaram US$ 434,4 milhões em janeiro de 2021, receita 17,9% inferior à do primeiro mês de 2020 considerando todos os produtos, entre in natura e processados. Os embarques totalizaram 291,6 mil toneladas, volume 9,9% menor em relação ao de janeiro de 2020.
“Tanto em aves, quanto em suínos, verificamos que houve compra antecipada de produtos pelos importadores da Ásia, que seguem o calendário chinês. Com a passagem do Ano Novo Chinês e o início de um novo ciclo de embarques, espera-se que os níveis das vendas para a região retomem os patamares praticados em 2020. Além disso, o apoio brasileiro no suprimento de produtos a países prejudicados por crises sanitárias animais também pode influenciar na elevação das exportações”, avaliou em nota o presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), Ricardo Santin.
As cotações dos principais insumos da avicultura de corte, milho e farelo de soja, seguiram em tendência de alta em janeiro, enquanto os preços do frango vivo estiveram em queda.