“O setor de genética avícola é um dos segmentos de maior agregação de valor na cadeia produtiva, no qual o Brasil se destaca não apenas pela alta tecnologia empregada em seu sistema, como também por se consolidar como plataforma exportadora”, destaca Francisco Turra, presidente-executivo da ABPA. “Queremos usar nossa expertise para fortalecer o intercâmbio de informações e o status sanitário da cadeia produtiva do continente”, completa.
Brasil propõe Instituto Latino-americano de Genética Avícola
Proposta foi apresentada pela ABPA durante assembleia da Associação Latino-americana de Avicultura (ALA), em Guadalajara, no México
A criação do Instituto Latino-americano de Genética Avícola foi proposta ontem pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), durante assembleia da Associação Latino-americana de Avicultura (ALA), em Guadalajara, no México. De acordo com a proposta, os trabalhos do novo instituto terão como pilares o fortalecimento da sanidade, o estímulo ao desenvolvimento tecnológico e a expansão da produtividade e dos negócios no segmento avícola.
Na mesma assembleia, Turra foi reeleito 1° vice-presidente da ALA, que passará a ser presidida por Apolonio Suárez Orbezo, também presidente da Associação Peruana de Avicultura (ALA).
“Temos como grande objetivo profissionalizar ainda mais a atuação da ALA na América Latina. Queremos uma associação ainda mais atuante, integrando interesses e trabalhos das cadeias produtoras de cada país-membro”, ressalta Turra.
A modernização da ALA (Associação Latinoamericana de Avicultura) foi discutida no último mês de agosto, na sede da ABPA, por representantes dos países-membros da regional Sul da entidade. Representantes do Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai, Argentina, Equador, Peru e Uruguai querem uma nova proposta de atuação institucional para a entidade.
Na ocasião, Francisco Turra, detalhou o modelo de trabalho da ABPA, tida como referência internacional de gestão para o setor produtivo. Além da atuação representativa, foram detalhadas informações sobre processos internos, produtos gerados pelos setores da organização, estratégias de atuação entre os stakeholders e os órgãos de imprensa, promoção e marketing internacional, entre outros.
Na mesma linha, o vice-presidente de mercados da ABPA, Ricardo Santin, apresentou uma análise da atuação do International Poultry Council (IPC). Santin, que também é vice-presidente do IPC, apontou a visão associativa da organização, que é a representação mundial do setor, reunindo todos os grandes produtores globais.
Com informações da Assessoria de Imprensa da ABPA