Nutrição Animal

Os grãos secos de destilaria de milho (DDGS) na alimentação de codornas, reduz os gastos com a nutrição

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Marcos

Simara Márcia Marcato

Simara Márcia Marcato

Os grãos secos de destilaria de milho (DDGS) na alimentação de codornas, reduz os gastos com a nutrição

A competitividade do mercado de alimentos e o seu constante crescimento fazem com que a procura por ingredientes alternativos para substituir os comumente utilizados na alimentação, seja frequente, em função da oferta e custos. A utilização do grão seco de destilaria com solúveis (DDGS) de milho tem sido estudada nas dietas para animais de produção, tanto para os monogástricos, quanto para os ruminantes, devido ao seu alto valor de proteína, energia e fibra (Silva, 2015). 

O DDGS de milho é um coproduto da fabricação do etanol que se encontra em expansão, tendo em vista a preocupação nacional e mundial na produção de biocombustíveis e a minimização dos seus resíduos no meio ambiente, permitindo, assim, a utilização de uma fonte renovável para a produção de etanol e a consequente diminuição do uso de combustíveis fósseis (Werle, 2018; Brito, 2008). Sendo assim definido como um coproduto da fermentação do bioetanol, que utiliza a tecnologia de moagem a seca ou úmida para grãos ricos em amido, como milho, trigo e cevada (Iram et al.,2020). 

O DDGS ainda pode ser classificado de acordo com a matéria prima que é utilizada para a sua produção, dessa maneira existe o DDGS de: 

  • Milho; 
  • Trigo;
  • Cevada;

Além de um outro tipo que seria um DDGS produzido a partir da combinação dos citados anteriormente (Kannadhason et al., 2011).

O Brasil é o segundo maior produtor de bioetanol do mundo, detendo cerca de 28% da produção deste combustível em âmbito mundial (Renewable Fuel Association 2019), contudo ainda é pouco difundida a fabricação utilizando milho como matéria prima, pois mais de 95% desse etanol é produzido a partir da cana-de-açúcar e apenas 4,6% é proveniente do grão de milho, o que limita a produção DDGS (Cordonnier, 2019). 

No Brasil, os estados de Mato Grosso, Paraná e Goiás já possuem usinas com o aporte para produzir etanol utilizando o milho como matéria prima e, segundo a União Nacional de Etanol de Milho (Unem), existem mais 15 projetos de usinas em construção e sendo licenciados, a maioria em Mato Grosso e algumas em Goiás (Vecchi, 2018).

Quantidade de etanol, DDG e óleo que é possível produzir com uma tonelada de milho:

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