Pesquisa chilena pode aumentar níveis de ômega 3 em ovos azuis
No Chile, uma equipe de cientistas está desenvolvendo um projeto que aumenta as propriedades nutricionais dos ovos de galinha mapuche, projetando posicionar o produto no mercado de alimentos saudáveis.
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Em resposta às novas tendências alimentares que dominam o mundo, uma equipe de cientistas do Centro CEUS Llanquihue da Universidade de Santiago do Chile (USACH), com o apoio da Fundação para a Inovação Agrária (FIA) ligada ao Ministério da Agricultura do Chile, está desenvolvendo um projeto com ovos azuis de galinhas mapuche.
Diante do crescente consumo de ovos ecológicos ou de “galinhas felizes”, valorizados por sua composição nutritiva e benefícios à saúde, o grupo de pesquisadores da USACH se associou a comunidades huilliche de Río Negro para inovar no mercado com a produção não industrial e ecológica de ovos azuis enriquecidos com ácidos graxos ômega-3 e antioxidantes.
Por essa razão, sua equipe, sob a coordenação do doutor em Nutrição Animal, Edison Serrano, formulou e projetou sete dietas diferentes com o objetivo de aumentar o conteúdo de nutrientes imunomoduladores a partir da manipulação da alimentação das galinhas poedeiras do tipo quetro e collonca. Com relação à pesquisa, a diretora sustenta que seu objetivo é “apoiar os pequenos produtores e agricultores da região, agregando valor, melhorando ou potencializando seus produtos com nutrientes específicos e características saudáveis”.