Os efeitos da utilização de CLOSTAT™ HC em comparação ao probiótico já utilizado pelo estabelecimento em sua rotina.
Devido à alta exigência do mercado consumidor e as legislações com proibição de antimicrobianos em rações, como melhoradores de desempenho, as empresas vêm enfrentando um enorme desafio para maximizar a produção de ovos mantendo qualidade e preços acessíveis ao consumidor.
Neste cenário, o probiótico CLOSTAT™ é uma importante ferramenta para melhorar a qualidade intestinal, com atuação comprovada no controle de enterite necrótica subclínica e clínica causada por Clostridium perfringens, promovendo o equilíbrio da microbiota e melhoria da saúde intestinal.
Além disso, CLOSTAT™ contribui na performance das aves poedeiras e na produção de ovos de alta qualidade.
Ensaio
Para comprovar esses fatos, foi realizado um ensaio numa granja de poedeiras comerciais no nordeste brasileiro, no qual buscaram-se avaliar:
Os efeitos da utilização de CLOSTAT™ HC em comparação ao probiótico já utilizado pelo estabelecimento em sua rotina.
– 18.799 receberam o tratamento com CLOSTAT™ HC Dry
– 18.716 fizeram parte do grupo controle (receberam o probiótico concorrente).
Adicionalmente, o tratamento com CLOSTAT™ HC Dry tornou as aves mais saudáveis, reduzindo a mortalidade dos lotes e demonstrando, dessa forma, seu poder no controle do Clostridium perfringens e na melhoria da qualidade intestinal das aves.
Materiais e Método
As aves foram distribuídas em dois (2) tratamentos (Tabela 1). O experimento ocorreu durante trinta (30) semanas, entre a vigésima terceira (23ª) e a quinquagésima terceira (53ª) semana de vida.
Tabela 1. Tratamentos experimentais
Local e aves experimentais
Um total de 37.515 poedeiras da linhagem Lohmann foram alojadas em 4 aviários californianos do núcleo experimental da granja de postura comercial localizada no Nordeste, com temperatura e iluminação de acordo com a recomendação para a linhagem.
Dietas experimentais
Dietas à base de milho e farelo de soja foram formuladas para atender os níveis energéticos e de micronutrientes típicos da indústria brasileira.
Resultados
Durante todo o período experimental, T1 e T2 apresentaram o percentual de produção de ovos muito semelhantes (Figura 1).
Figura 1. Efeito do CLOSTAT™ HC Dry na produção de ovos vs. produto concorrente
Entretanto, devido a pior qualidade da casca apresentado pelo grupo controle (Figura 3), o grupo CLOSTAT™ HC Dry obteve a maior produção total, ultrapassando o número de ovos vendáveis do grupo controle.
Figura 3. Efeito do CLOSTAT™ HC Dry nos parâmetros de gravidade especificas dos ovos com 53 semanas;
O uso do CLOSTAT™ HC Dry reduziu o número total de ovos sujos, trincados e quebrados (Figura 2).
Figura 2. Efeito do CLOSTAT™ HC Dry na classificação de ovos vs. produto concorrente
Foram considerados ovos vendáveis o total de ovos produzidos subtraídos os quebrados e os sem casca (ovo pele). Do ponto de vista econômico, os 10.129 ovos vendáveis produzidos a mais pelo grupo CLOSTAT™ HC Dry refletiram em uma quantidade superior de bandejas, 338 bandejas a mais que grupo controle durante o período de experimento.
O grupo controle apresentou resultados numericamente piores em relação a mortalidade, sendo observada uma mortalidade de 120 aves a mais, em relação ao grupo CLOSTAT (Figura 4), refletindo em perdas econômicas.
Figura 4. Efeito do CLOSTAT™ HC Dry sobre o parâmetro de mortalidade das aves entre os tratamentos;
Houve também a redução dos custos produtivos, melhorando 11 pontos a conversão/dúzia de ovos (Tabela 2). Levando-se em consideração os resultados produtivos durante o teste, CLOSTAT™ HC Dry proporcionou um ROI 19:1 (Tabela 3)
Tabela 2. Comparação dos custos de ração por dúzia de ovos
Tabela 3. Ganhos com CLOSTAT (período do teste) e ROI
Referências
1 – Referência interna Kemin TD-20-6258
Assine agora a melhor revista técnica sobre avicultura
AUTORES
A vacinação in ovo com a tecnologia EMBREX® ajuda a promover uma resposta imune mais precoce e robusta nos pintinhos
Temperatura da casca do ovo: como obter a sinergia ideal entre a incubadora e o nascedouro para melhorar a qualidade dos pintinhos
Eduardo Romanini Roger BanwellComo podemos melhorar o desempenho imunológico e intestinal das aves nas primeiras semanas?
Luís RangelRevestimentos sustentáveis para reduzir as perdas de ovos
Dr. Vinícius Machado dos Santos Gabriel da Silva Oliveira Paula Gabriela da Silva Pires Priscila de O. MoraesOs grãos secos de destilaria de milho (DDGS) na alimentação de codornas, reduz os gastos com a nutrição
Marcos Simara Márcia MarcatoPor que as salmonelas S. Minnesota e S. Heidelberg emergiram na avicultura brasileira?
M. V. M. Sc. Dino GarcezQualidade da cama na criação de frangos de corte
Marcos Antonio Dai PráA importância da análise de dados do embriodiagnóstico para o gerenciamento do incubatório
Renata SteffenRação triturada ou micropeletizada: qual a melhor escolha para frangos de corte?
Alex Maiorka Brenda C. P. dos Santos Eduarda G. Rychwa Isabella de C. Dias João P. F. R. de Oliveira Vivian I. VieiraImplicações e resultados do processo de incubação sobre a qualidade de pintainhos
Vinicius Santos MouraManejo de Incubação: estratégias para garantir a qualidade do pintinho de um dia
Equipe Técnica AviagenCOBB-VANTRESS anucia mudanças mudanças no serviço técnico, vendas e marketing para região LatCan
Eficácia da Cipermetrina e Imidacloprid para o controle de cascudinhos em aviários
Fabrizio Matté Luiz Eduardo Takano Patrick Iury RoieskiBioimunomoduladores na Avicultura: um bom exemplo de que “a ciência também imita a vida”
Eduardo MunizImpacto da ambiência sobre problemas respiratórios ligados ao gás amônia
Kenes Leonel de Morais CastroO sucesso da avicultura depende da qualidade da carcaça
Drª Kelen ZavarizeInnovax® ILT-IBD: Proteção é o nosso legado
Equipe Técnica MSDTechnoSpore, cepa probiótica única que une o melhor de dois mundos!
Equipe Técnica BiochemDetecção precoce de deficiências nutricionais e doenças
José Francisco Miranda