TAGAT apresenta nova era de integração de dados para a cadeia de proteína animal
A crescente complexidade da cadeia de proteína tem ampliado um problema histórico: dados que nascem incompletos, chegam inconsistentes ao frigorífico e se transformam em variabilidade, custos ocultos, atraso na tomada de decisão e até condenações no abate. Foi diante desse cenário que TAGAT estruturou sua proposta: derrubar o muro entre as etapas produtivas e oferecer um fluxo de informações contínuo, confiável e com governança.
Em entrevista durante o evento, Waldemar Precipito, diretor comercial da TAGAT, destacou que a fusão entre EDATA e SAG nasceu justamente da necessidade de integrar tecnologias que antes operavam de forma independente. A união consolidou uma cadeia estendida de soluções — da inteligência artificial ao monitoramento de processos — criando um ecossistema nativo, interligado e capaz de responder às dores mais críticas do setor.
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Segundo Precipito, um dos maiores gargalos ocorre nas transições entre granja, transporte, abate e expedição. Nessas etapas, qualquer falha de registro ou inconsistência na captura de dados compromete todo o rastreamento. A TAGAT propõe uma abordagem inversa: em vez de rastrear depois do problema, criar processos padronizados que evitam o desvio. Com uma arquitetura ponta a ponta, a rastreabilidade deixa de ser um procedimento reativo e passa a ser consequência natural do fluxo de trabalho.
Outro ponto enfatizado foi a conveniência. A TAGAT se posiciona como um hub único para todo o segmento de proteína, centralizando acesso, conhecimento e soluções que antes exigiam múltiplos fornecedores. Para o produtor e para a agroindústria, isso reduz ruído operacional, acelera respostas e amplia a previsibilidade. Na prática, o impacto aparece quando a operação passa a enxergar, em tempo real, onde estão os desvios, como eles se formam e qual decisão precisa ser tomada.
A visão global também faz parte do novo momento da empresa. Presentes em 17 países e atuando em quatro continentes, Precipito afirma que o principal aprendizado internacional está na combinação entre padronização, segurança alimentar e competitividade.
“Qualidade e governança não são custo: são oportunidade de entregar um produto desejado, consistente e valorizado pelo mercado”, reforça.
- Com uma “caixa de ferramentas” construída ao longo de mais de 30 anos de atuação global, a TAGAT passa a compartilhar tecnologias, experiências e avanços entre todas as empresas do grupo. Isso cria uma evolução contínua de produtos e processos, preservando o DNA das marcas e fortalecendo o atendimento ao cliente.
Encerrando a entrevista, Precipito destacou que a TAGAT inicia uma fase de expansão, com novos lançamentos previstos e foco em entregar soluções que resolvam problemas reais do campo à indústria. A proposta, segundo ele, é clara: transformar dados em decisões, processos em previsibilidade e tecnologia em competitividade para toda a cadeia de proteína.
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