“O peso político e a importância estratégica deste evento torna imprescindível a participação da ABPA no evento, valorizando a parceria e estimulando novos negócios entre os exportadores brasileiros e os importadores da China. Vamos reforçar a disponibilidade de nosso setor em seguir como um parceiro confiável para a segurança alimentar da população chinesa”, ressalta Santin.
ABPA vai ao CIIE, na China, de olho nas exportações dos próximos anos
A ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) participará, essa semana, do CIIE (China International Import Expo), organizado pelo Governo Chinês, […]
A ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) participará, essa semana, do CIIE (China International Import Expo), organizado pelo Governo Chinês, com o propósito de definir o planejamento das importações chinesas para os próximos cinco anos. A participação da ABPA conta com o apoio da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).
O evento teve início nesta segunda-feira (5/11) e seguirá até sábado (10/11), em Xangai (China). Se trata de uma iniciativa exclusiva e restrita a convidados, reunindo importadores chineses e exportadores de todo o mundo, para fomentar novos negócios, sob a supervisão do Governo do país asiático.
Na ocasião, a avicultura e a suinocultura do Brasil serão representadas pelo Diretor-executivo da ABPA, Ricardo Santin, e pela analista de promoção comercial, Nayara Dalmolin, presentes em um estande no espaço da Apex-Brasil, no CIIE.
Estudo Apex-Brasil
Um estudo realizado pela Apex-Brasil, aponta que as exportações brasileiras para a China de “Alimentos e bebidas” (excluindo-se os produtos não comestíveis do agronegócio) foram de US$ 17,3 bilhões em 2016, observando-se uma superconcentração em “Soja, mesmo triturada” (83%), seguida por “Carne de frango in natura” (5%), “Outros açúcares” (4,7%), “Carne de boi in natura” (4,1%), “Carne de suíno in natura” (1,1%) e “Óleo de soja em bruto” (1%).
Naquele ano, os principais países fornecedores de alimentos e bebidas para a China foram os Estados Unidos e Brasil, com participações nas importações chinesas de, respectivamente, 21,7% e 20,3%.
As importações chinesas do grupo “Carne de frango in natura” são compostas, praticamente em sua totalidade, de “Pedaços e miudezas comestíveis de galos e galinhas da espécie doméstica, congelados” e alcançaram a soma de US$ 1,3 bilhão, em 2016, sendo 85% desse valor com origem no Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa da ABPA e do site da Apex-Brasil