As casas genéticas brasileiras seguem rígidos protocolos de biosseguridade, em ambiente tecnificado, dentro dos padrões estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e com respeito às normas de bem-estar animal.
Brasil poderá exportar material genético avícola ao Irã
O Brasil exporta, regularmente, material genético avícola para um grupo de cerca de 50 países das Américas, Oriente Médio, África, Europa e Ásia.
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou, no último dia 30/11, que o Brasil e o Irã estão avançando nas negociações para exportação de material genético avícola e bovino. O assunto foi pauta da primeira reunião do Comitê Consultivo Agrícola Brasil-Irã, realizada em Brasília, que também debateu procedimentos para exportação de carne bovina e gado vivo.
O Brasil exporta, regularmente, material genético avícola para um grupo de cerca de 50 países das Américas, Oriente Médio, África, Europa e Ásia. Entre os países grandes produtores avícolas, o Brasil é o único que nunca registrou ocorrência de Influenza Aviária de alta patogenicidade.
No último mês de agosto, o Departamento de Saúde Animal (DAS) do Mapa foi comunicado pelos serviços veterinários de Myanmar e Madagascar sobre o aceite a propostas de Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), apresentado pelo Brasil para embarque de ovos férteis e pintos de um dia.
Irã
Segundo nota do Mapa, na semana passada foram assinados dois memorandos de entendimento, sendo o primeiro na área vegetal e, o segundo, na cooperação em pesquisas agropecuárias. O Irã, que é o 5º maior parceiro comercial do agronegócio brasileiro, esteve no encontro com uma delegação composta por 9 técnicos, presidida pelo vice-ministro da Agricultura, Mohammad Ali Javadi.
Os representantes brasileiros e iranianos se comprometeram a realizar, a partir de 2018, ações de promoção de produtos do agronegócio com os setores privados interessados na exportação. E ainda no próximo ano haverá uma nova rodada de negociações.
“Trabalhamos para facilitar os negócios entre os dois países”, disse Odilson Ribeiro e Silva, secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa. “Esperamos que, em breve, o resultado dessa reunião se reflita no comércio Brasil-Irã. Vamos precisar discutir ainda alguns temas para finalizar a assinatura.”
Em 2016, o Irã importou US $ 2,1 bilhões, principalmente milho, soja em grãos e carne bovina in natura. Agora há interesse de exportar para o Brasil ureia, frutas secas e amêndoas.
Com informações da Assessoria de Imprensa do Mapa