Segundo a mídia Ecuavisa, em uma das granjas morreram 700 galinhas, que após processadas foram utilizadas como adubo orgânico.
Equador: setor avícola registra perdas de US$20 milhões após greve
Tras la paralización en Ecuador de once días, fallecieron decenas de aves por falta de alimento, produciéndose pérdidas por US$20 millones.
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Após uma paralisação de onze dias no Equador, centenas de aves faleceram por falta de alimento. Uma das províncias mais afetadas foi Tungurahua, que concentra 50% das granjas do país.
O presidente da União de Produtores de Ovos do Equador, Xavier Corrales, afirmou que na indústria avícola foram registradas perdas de US$20 milhões. Segundo divulgado pelo Ecuavisa, Xavier Corrales informou que o setor de postura deixou de produzir a significativa quantia de 2 milhões de ovos diariamente.
Nesta linha, o meio de comunicação equatoriano exemplifica a situação com o proprietário de uma granja avícola pequena de Samanga. Milton Altamirano afirmou que não teve como escoar seus produtos e o que pode, vendeu a um preço menor. Além disso, indicou que muitas bandejas ficaram no depósito (retidas) já que a produção tornou-se excessiva ante o cenário da paralisação.
Por outro lado, Diana Espín, diretora executiva da Corporação Nacional de Avicultores do Equador, CONAVE declarou que o setor avícola foi declarado em estado de emergência, sendo que a entidade realizará uma ação coletiva.
O setor avícola equatoriano possui 1.800 granjas em escala nacional, gerando 25 mil vagas de emprego.
Paralisação
Manifestantes realizam uma greve nacional e entram em confronto com forças de segurança em diferentes pontos do Equador no início de outubro, enquanto o presidente Lenín Moreno se recusa a renunciar ou revogar as medidas de austeridade que desencadearam os piores tumultos em uma década.

Manifestações violentas começaram por todo o país de 17 milhões de habitantes quando Moreno cortou os subsídios dos combustíveis, parte de um pacote de medidas alinhado a um empréstimo de US$ 4,2 bilhões do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Moreno, de 66 anos, que sucedeu o líder de esquerda Rafael Correa em 2017, transferiu o governo para Guayaquil.