A Influenza Aviária é uma enfermidade das aves causada por vírus Influenza do tipo A, que está coberto com duas proteínas principais chamadas Hemaglutininas (H16) e Neuramidases (N9), permitindo 144 combinações.


Os subtipos mais patogênicos são H5 e H7, considerados pela OIE como de alta patogenicidade, sendo que os de baixa patogenicidade mais prevalentes são do tipo H4, H6 e H9.


Já foram isolados vírus de Influenza em aves de cativeiro como falcões, periquitos, papagaios, tecelões, tentilhões, cacatuas e outras. Geralmente as aves aquáticas são reservatórios naturais do vírus.

O vírus é relativamente instável no ambiente seco, mas tem uma sobrevivência viável por longo tempo quando presente em tecidos, fezes, secreção nasal e na água.
A sobrevivência é favorecida pelo frio e umidade.

Num período de 72 horas, os vírus de alta patogenicidade causam:

Também podem ocorrer:



A transmissão se dá por meio de:

Vetores: roupas, calçados, veículos, materiais, secreções de aves (fezes e muco nasal).



Por se tratar de uma enfermidade impeditiva do comercio internacional, as consequências econômicas da ocorrência de surtos em nosso país seriam enormes, pois o Brasil deixaria de exportar carne in natura e outros produtos, como ovos e material genético. 
Ao deixar de exportar carne de frango, o excedente ficaria no mercado interno levando a queda no preço e mesmo a falência de empresas afetadas, direta ou indiretamente.
Gestão do Controle de Enfermidades e de Emergências






Outras medidas são:










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