“Hoje ainda estamos padronizando os ovos e muitas galinhas ainda não entraram em postura. Estamos comercializando nossos ovos com fornecedores mas, em mais 15 dias, chegaremos ao consumidor final com a nossa marca, a Top Eggs”, ressaltou Festugato à Folha de Londrina.
Empresa inicia produção de ovos cage-free no Paraná
Conteúdo disponível em: Español (Espanhol)Um projeto considerado pioneiro para a avicultura no estado do Paraná, começou a funcionar neste ano […]
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Um projeto considerado pioneiro para a avicultura no estado do Paraná, começou a funcionar neste ano em Cascavel, com a produção de ovos cage-free (livres de gaiolas). Trata-se de uma iniciativa de produção alternativa de ovos no estado que vem se destacando como o maior produtor de carne de frango do Brasil desde 2003.
Segundo divulgado pela assessoria de imprensa do governo do estado do Paraná, a Granja Refem preconiza as adequações que serão exigidas por resolução da ONU (Organização das Nações Unidas) até 2030. Para isso, a granja conta com três veterinários e dois técnicos com extensa experiência no mercado de produção de ovos cage-free.
A granja está instalada numa área de 1.200 hectares, sendo 700 hectares de reflorestamento. O investimento total foi de R$ 110 milhões, dos quais R$ 27 milhões na reformulação do empreendimento, que gera 140 postos de trabalho.
O projeto foi apresentado ao secretário da Agricultura e Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara, no início do mês de março, pelo dirigente da granja, Renato Festugato. Segundo ele, cerca de 60% dos recursos são de capital próprio e 40% da linha Inovagro do BNDES.
Ao jornal Folha de Londrina, Festugato informou que na primeira fase do projeto, há 230 mil aves produzindo, devendo saltar, em outubro, para 630 mil poedeiras. A postura das galinhas, que segundo divulgado pelo jornal iniciou há cerca de 30 dias, deverá chegar a 220 mil ovos por dia até a primeira semana de abril.
Além da granja, o empreendimento conta com um entreposto para comercialização dos ovos e uma fábrica própria de ração, para produção de alimentos sem a adição de antibióticos promotores de crescimento.
Segundo o empresário, a iniciativa visa atender ao aumento da demanda por produtos mais naturais no mercado externo e interno.
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Com informações da Assessoria de Imprensa do Governo do Estado do PR e da Folha de Londrina