
Todos nós já ouvimos, várias vezes e de diferentes pessoas, ou recebemos um material que afirmava que 70% dos custos de produção de proteína animal são gerados pela ração.




6 passos para uma peletização eficiente e redução de perdas

Como base recente, podemos utilizar a tese de Doutorado da Dra. Andréia Massuquetto (2018), apresentada junto à Universidade Federal do Paraná.

Algumas de suas conclusões foram:








O trabalho, extremamente bem escrito e rico em detalhes, corrobora com Mckinney and Teeter (2004).

Tabela 1. Efeitos interativos da adição de gordura e qualidade do pellet no ganho calórico da dieta (EMn/kg)*.
*EMn: Energia metabolizável corrigida para nitrogênio **energia atribuível à inclusão de gordura menos a energia perdida devido à degradação do pellet
Fonte: adaptado de Mckinney and Teeter (2004).





Todas as etapas do processo têm importância para a qualidade do pellet. Portanto, olhar apenas para a peletizadora e buscar resultado ali pode proporcionar melhora, mas não vai nos levar ao pellet ideal. Para pensar no pellet, é preciso pensar:














Atenção para a qualidade das matérias-primas é fundamental, pois elas irão interferir em produtividade, qualidade física e nutricional.



Peletizar requer compreensão de como fazer.
Normalmente temos padrões preestabelecidos há muitos anos, seguimos estes padrões e queremos que o resultado seja diferente. Infelizmente isso não vai acontecer. Portanto é preciso buscar alternativas, utilizando a parte lógica de como se fazer um bom pellet. Pilares como:















Aderir a novas formas de se fazer as coisas, analisando e lançando mão de novas tecnologias que favoreçam os mecanismos que proporcionam o pellet ideal:







Exemplificamos a seguir benefícios obtidos em produtividade, quebra técnica e energia elétrica em rações de aves lançando mão de um programa especializado que dispõe de pilares embasados em:






Tabela 2 e 3. Ganhos médios em diferentes clientes e dietas múltiplas de aves utilizando o Programa + Pellet.


Investir em capacitação e treinamento de pessoal no chão de fábrica. Afinal, no final das contas, a produção tem a função de garantir que todos os parâmetros, dosagens e limites sejam cumpridos – ou não.



A falta de treinamento pode levar ao comodismo. Treinar, capacitar e investir em pessoas é parte fundamental em um processo que tem impacto tão relevante na cadeia de produção, portanto não há alternativa: temos que treinar as pessoas para que elas entendam o porquê estão fazendo algo.




Estabeleça itens de controle e itens de verificação.
Oriente as pessoas e dê entendimento do que estes itens representam, como serão utilizados. Acompanhe os itens, gere capacidade de interpretação no quadro operacional e garanta que todos, ao perceber o desvio, saibam dos impactos, consequências e principalmente das perdas e ganhos gerados.



Para você, que chegou até aqui e está dizendo: “sim, faz todo sentido, mas já tentei muitas vezes e não consegui resultados diferentes”, a Cinergis disponibiliza a você o Programa + Pellet, criado especialmente para que possamos apoiá-lo na busca por uma peletização eficiente.





Desenvolvido para monitorar o índice de umidade e sua dispersão na massa, de forma dinâmica e constante, o software garante o aperfeiçoamento da técnica de peletização,


Conheça mais sobre o programa em www.cinergis.com.br

McKINNEY, L. J.; TEETER, R. G. Predicting effective caloric value of nonnutritive factors:
I. pellet quality and II. prediction of consequential formulation dead zones. Poultry Science, Champaign, v.83, p.1165-1174, 2004.
MASSUQUETTO, A. Forma física, processamento do milho, programas alimentares e níveis de energia de dietas para frangos de corte. 2018. 137 f. Tese (Doutorado em Zootecnia) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2018.
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