
As condições sanitárias do país e ainda os efeitos da guerra no Leste Europeu são alguns dos fatores que propiciam a continuidade e evolução da entrada no mercado internacional da carne de frango (processada e in natura) produzida no Rio Grande do Sul. As exportações nos primeiros cinco meses do ano fecharam em 307,3 mil toneladas, 6,8% acima do volume embarcado no mesmo período do ano anterior, que foi de 287,8 mil toneladas. A alta também repercutiu na receita, que teve uma elevação de 29,2% na relação entre os dois períodos, passando de US$ 454,5 milhões para US$ 587,3 milhões. O mês de maio deste ano registrou pequeno recuo, fechando em 64,1 mil toneladas, 0,6% abaixo do volume atingido há 12 meses, quando exportou 64,5 mil toneladas. Já o faturamento do mês de maio de 2022 comparado com maio de 2021, teve elevação de 29,4%, saindo de US$ 102,3 milhões para US$ 132,4 milhões.
Cenário nacional mantém crescimento no primeiro quadrimestre

No Brasil, 1,9 milhão de toneladas foram exportadas de janeiro a maio, alta de 7,8% sobre a soma dos primeiros cinco meses de 2021, que totalizou 1,8 milhão de toneladas do produto enviadas para o mercado internacional. Em receita, o cenário refletiu em faturamento de US$ 3,7 milhões, sobre US$ 2,8 milhões conquistados em igual período em um ano, separado por uma alta de 33,6% entre os dois períodos.
Maio também encerrou com volume exportado em 429,6 mil toneladas, elevando o patamar em 3,7% sobre o mesmo mês de 2021, que ficou em 414,3 mil toneladas. Os números refletiram na receita com alta de 37,8% com US$ 904,6 milhões neste ano sobre US$ 656,3 milhões faturados em 2021.

Fonte: Comunicação ASGAV/SIPARGS
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