“Fazendo um estudo aritmético, hoje, anualizando, dá no máximo 2% (de crescimento). Mas a situação está se agravando, a tendência é de esses 2 por cento se esvaírem também”, declarou Zani à Reuters.“Em hipótese mais complicada, podemos não ter crescimento nenhum em relação ao ano passado ou até retrocesso, tamanha a influência da questão da União Europeia”, completou.






































