Volume exportado de carne de aves
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As exportações de carne de aves do Paraguai, de janeiro a dezembro de 2018, tiveram um crescimento de 31% em receitas e 17% em volume exportado comparado ao ano anterior.
Volume exportado de carne de aves
Durante os doze meses do ano passado, as exportações de carne de frango totalizaram 5.779 toneladas (carne e miúdos avícolas), ou seja, um crescimento de 17% comparado ao ano anterior, quando foram exportadas 4.512,3 toneladas, segundo dados do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Animal do Paraguai, Senacsa.
Receitas
Em termos de receitas oriundas da exportação de carne de aves, as mesmas subiram para US$5,9 milhões, US$1,4 milhões a mais comparado a 2017, quando os envios destes produtos avícolas geraram US$4,5 milhões.
Preço médio da carne de aves embarcada
Em relação ao preço da carne de aves exportada, houve uma alta de 3,5%, chegando a uma média de US$1.029 por tonelada anual, versus US$994 a tonelada no mesmo período analisado, segundo informado pelo La Nación, com base em dados do Senacsa.
Destinos das exportações
No transcorrer de 2018, os embarques de carne de aves do Paraguai, organizados por ordem de percentual de participação, foram enviados para: Rússia (55%), Vietnã (19%); Angola (10%); Gabão (4%); Albânia (3%); Congo (2%); Ghana (2%); Haiti (2%) e os outros destinos com 3% do total exportado. – Senacsa.
Produção de carne de aves
Durante o ano de 2018, segundo a diretoria da Associação de Avicultores do Paraguai, Avipar, o setor avícola do país abateu 150.000 toneladas de carne de frango, o que significa que a produção de frangos registrou um crescimento de aproximadamente 8% comparado ao ano anterior.
Exportações de carne suína
Para a carne suína, no ano de 2018, segundo dados informados pelo Senacsa, as exportações de carne e miúdos, geraram uma receita de cerca de US$11,72 milhões, evidenciando um aumento de 75% comparado ao ano anterior, quando foram arrecadados US$6,71 milhões.
Sobre esses crescimentos, o presidente do Senacsa, José Carlos Martin, manifestou ao El Agro Paraguay que a carne de aves e suína são a proteína do futuro, por poderem ser produzidas em espaços reduzidos, por pequenos produtores. Por essa razão, explica que são setores que ocupam lugar preponderante na política produtiva do atual governo.
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