Essa é uma importante conquista para o setor de carnes de frango e suína, um dos mais prejudicados pela paralisação dos caminhoneiros, que por dez dias impediu a chegada de alimento aos animais, assim como o escoamento de produtos.
A desoneração da folha de pagamento foi mantida para o setor de carne de frango e suína na Lei nº 13.670, publicada no Diário Oficial da União da última quarta-feira (30/5). Até 2020 o setor de carne de frango e suína pagará uma alíquota de 1% sobre a receita bruta no lugar dos 20% de contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento.
Dos 28 setores previstos na proposta inicial para seguirem com o benefício da desoneração até 2020, 11 foram vetados. A desoneração da folha de pagamento beneficiava 56 atividades econômicas desde 2011 e desde o ano passado o governo federal vinha tentando reverter o benefício, com o objetivo de aumentar a arrecadação tributária.
Essa é uma importante conquista para o setor de carnes de frango e suína, um dos mais prejudicados pela paralisação dos caminhoneiros, que por dez dias impediu a chegada de alimento aos animais, assim como o escoamento de produtos.
Segundo a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), a produzir carnes de aves e suínos no Brasil deverá ficar 30% mais cara após os impactos da paralisação. A previsão de aumento é baseada na menor oferta de produtos, possível alta nos insumos para a produção industrial, manutenção da mesma carga tributária e do mesmo custo operacional.
Até a última segunda-feira (28/5), cerca de 70 milhões de aves já haviam morrido no campo por falta de alimentação, segundo informações da ABPA. A falta de grãos para alimentar os animais levou avicultores e suinocultores a aceitarem pagar preços mais elevados pelo produto.
Nos nove dias de paralisação, 167 plantas frigoríficas do setor de aves e suínos ficaram paradas, deixando de produzir milhões de toneladas de carne. Para se ter ideia, somente a Cooperativa Central Aurora Alimentos, que é a terceira maior produtora de carne de aves e suínos do Brasil, processa 1 milhão de aves e 20 mil suínos.
Em termos de mercado internacional, 135 mil toneladas de carne de aves e de suínos deixaram de ser exportadas na última semana, segundo a ABPA. O impacto na balança comercial já é estimado em 350 milhões de dólares.
Assine agora a melhor revista técnica sobre avicultura
AUTORES

Importância da doença de Marek e Leucose Linfóide na avicultura familiar e caipira – Parte II

O impacto das síndromes respiratórias na qualidade do frango
Jovanir Inês Müller Fernandes
Programação dos painéis de resfriamento evaporativo

Com R$ 80 milhões de investimento em P&D, Agroceres Multimix lança agCare e mostra a engrenagem por trás das especialidades para aves

HPDDG: ingrediente que nasceu na “energia” e está conquistando espaço na avicultura

Mão de obra, o pesadelo atual dos incubatórios!
Adriano Bailos
Novos compostos e sinergismo podem contribuir para o controle de Salmonella Heidelberg e S. Minnesota
M.V. M.Sc. Dino Garcez – Consultor Técnico/DGbioss
Pontos de controle importantes para a qualidade de pintinhos correlacionados à temperatura
Renata Steffen
Cobb-Vantress completa 10 anos de compartimentação de plantéis avícolas com validação de seis países da América Latina
Cobb
Revestimentos de resíduo de açaí na conservação de ovos

NestSound™: A inovadora tecnologia de monitoramento de som da Petersime para melhorar o bem-estar dos pintinhos

Crina® Poultry Plus, uma ferramenta para a saúde avícola com efeitos no desempenho produtivo e na saúde intestinal.

Modulação Precoce e Integrada da Saúde Intestinal de Aves: Soluções Biochem
Equipe Técnica Biochem
Persistência das fêmeas no pós-pico: Manejo da fertilidade e da produção
Equipe Técnica Aviagen
Condenações em abatedouros: Artrite, pododermatite e ascite em frangos de corte
Brunna Garcia
Sucessão e Biosseguridade: O “Novo Normal” da Postura foi Pauta no LPN Congress 2025