As 207,61 mil toneladas de carnes de aves e miudezas in natura exportadas neste mês de julho, já correspondem a 61,56% do volume exportado nos 23 dias úteis de julho do ano passado.
A média diária do volume de exportações de carne de frango segue 17,99% mais alta nos 12 primeiros dias úteis deste mês de julho, comparado a julho de 2020. Segundo dados divulgados pela SECEX (Secretaria de Comércio Exterior), o Brasil exportou uma média de 17,30 mil toneladas de carne de frango nos 12 primeiros dias úteis deste mês de julho, ante as 14,66 mil toneladas diárias de julho de 2020.
As 207,61 mil toneladas de carnes de aves e miudezas in natura exportadas neste mês de julho, já correspondem a 61,56% do volume exportado nos 23 dias úteis de julho do ano passado.
A média diária do volume de exportações de carne de frango segue 17,99% mais alta nos 12 primeiros dias úteis deste mês de julho, comparado a julho de 2020.
Em valores arrecadados com a exportação dos produtos avícolas, a média diária segue 53,08% mais alta que a do mesmo mês de 2020. Nesta primeira metade de julho, a receita média foi de US $ 29,72 milhões ao dia, ante os US $ 19,41 milhões arrecadados por dia em julho do ano passado, o que significa aumento de US$ 10,31 milhões na média diária.
Até agora, segundo os dados da SECEX, o setor arrecadou US $ 35,66 milhões com as exportações de produtos avícolas in natura, o que representa 79,86% dos US $ 44,6 milhões arrecadados durante todo o mês de julho de 2020. Os importadores da carne de frango brasileira estão pagando hoje uma média de US $ 1,718 mil por tonelada, ante US $ 1,324 mil pagos no mesmo mês do ano passado, o que representa uma alta de 29,74%.
No acumulado até a 3ª semana do mês de Julho/2021, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 42,44 milhões ( 20,7%) em Agropecuária; crescimento de US$ 142,36 milhões ( 69,7%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 182,14 milhões ( 42,2%) em produtos da Indústria de Transformação.
Na Indústria de Transformação, na qual se inclui as carnes de aves e miudezas, destacaram-se também, farelos de soja e outros alimentos para animais (excluídos cereais não moídos), farinhas de carnes e outros animais (+ 58,7% com aumento de US$ 15,54 milhões na média diária); e Carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+ 33,5% com aumento de US$ 10,06 milhões na média diária).
Fonte: SECEX
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