“Nossa ideia foi investigar se a utilização do lúpulo poderia modificar o aroma e o sabor da carne assada dos frangos e vimos que isso não acontece. Além disso, observamos que a carne dos frangos suplementados com extratos da planta, especialmente na concentração de 30 miligramas por quilo de ração, apresentou uma quantidade maior de antioxidantes em comparação com o grupo controle [sem lúpulo na dieta]. Por fim, também identificamos na carne dos frangos que receberam lúpulo um grande número de compostos importantes para o seu sabor”, explicou à Assessoria de Comunicação do IQSC-USP Stanislau Bogusz Junior, orientador do trabalho conduzido no IQSC-USP durante o mestrado de Larissa Chirino.




































