Considerando que, segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), em 2017 o setor movimentou R$ 5 bilhões, confirmada a perspectiva de crescimento para 2018, o setor deverá movimentar R$ 5,4 bilhões.
O jornal DCI divulgou na última quinta-feira (8/3) que a indústria de produtos de saúde animal deverá crescer entre 7% e 8% em 2018. A taxa de crescimento é projetada com na recuperação da economia e no consequente aumento do consumo de proteína animal.
Considerando que, segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), em 2017 o setor movimentou R$ 5 bilhões, confirmada a perspectiva de crescimento para 2018, o setor deverá movimentar R$ 5,4 bilhões.
“Quando há uma melhora da economia, imediatamente há um aumento do consumo de proteína”, declarou ao DCI o vice-presidente executivo do Sindan, Emílio Salani. “Não é um crescimento de dois dígitos, mas pode ser uma injeção de ânimo para o setor”, completou.
Segundo Salani, três das cinco principais companhias do setor devem divulgar seus resultados ao mercado na próxima semana. No último dia 7/3, a Ourofino reportou receita de R$ 505,3 milhões em 2017, o que representa um aumento de 13,7% em relação ao ano anterior.
Somente a área de aves, bovinos e suínos de produção, a companhia faturou R$ 397,7 milhões, ou seja, uma alta de 10,6%. Ainda assim, Salani espera que o resultado consolidado de 2017 no setor repita os R$ 5 bilhões de 2016.
O ano passado foi marcado pela primeira etapa da operação Carne Fraca, que fechou mercados para exportação em um momento de crise no setor interno. “Considerando-se que foi um ano de crise, repetir o resultado do ano anterior já é importante”, declarou Salani ao DCI.
Com informações do Jornal Diário Comércio Indústria e Serviços
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