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O estado do Paraná registrou seu melhor primeiro trimestre da história no que se refere ao abate de frangos. Segundo o Sindiavipar (Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná), foram abatidos 460,6 milhões de frangos entre janeiro e março de 2019.
O número supera em 1,3% o melhor índice já registrado na região, no primeiro trimestre de 2017, quando foram abatidos 454,6 milhões de frangos. Na comparação com o mesmo período de 2018, quando foram abatidos 449,2 milhões de frangos, a alta é de 2,5%.
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Na visão do presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, os números reforçam a confiança das indústrias avícolas no crescimento das exportações.
“Temos uma base forte para conseguir atender a demanda do mercado, com forte presença tecnológica e uma produção de insumos que consegue manter nossa produção em ritmo acelerado durante todo o ano”, avalia Martins. “Prova disso é que em março exportamos 39% de todo frango embarcado pelo Brasil”, completa.

Domingos Martins es presidente del Sindiavipar
O mercado vem registrando aumento da demanda pela carne de frango, principalmente em decorrência dos casos de PSA (Peste Suína Africana) na China, que vêm reduzindo a oferta local de carne suína e elevando a necessidade de aquisição de proteínas alternativas para o abastecimento do seu mercado interno.
Segundo a analista sênior de proteínas do Rabobank, Christine McCracken, a carne de frango, prevista para ser a proteína animal mais consumida do mundo até o ano de 2020, deverá ter sua rota de ascenção acelerada. A informação foi passada pela especialista aos membros do IPC (International Poultry Council), durante sua reunião do primeiro semestre, em New Orleans (Luisiana – EUA).
A Peste Suína Africana afeta rebanhos em 15 países de três continentes. Desde o início de 2019, a OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) notificou 18 novos focos de Peste Suína Africana apenas na China, onde são criados quase metade dos suínos do mundo.
Apenas os focos notificados no país asiático no mês de abril levaram cerca de 127 mil animais à morte, seja pela enfermidade, ou pela necessidade do abate sanitário. Segundo divulgação do IPC, a expectativa é de que as perdas de produção de carne suína em 2019 afetem 14% da oferta mundial da proteína, podendo subir ainda mais.
O Sindiavipar representa 44 abatedouros, incubatórios e frigoríficos paranaenses. Desde sua fundação, há 27 anos, o Sindiavipar vem trabalhando para buscar o crescimento e a sustentabilidade da avicultura do estado, buscando sempre representatividade no mercado interno e externo.
Atualmente, o Paraná é o maior produtor e exportador nacional, além de referência em sanidade avícola e responde por mais de 38% das exportações de carne de frango do país, embarcando o produto para mais de 160 países em todo o mundo.
Com informações da Assessoria de Imprensa do Sindiavipar
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