Quando a pressão sanitária aumenta, o que separa quem protege resultado de quem perde o lote?
Em um cenário de maior pressão sanitária, restrição ao uso de moléculas e desafios cada vez mais multifatoriais, a avicultura já entendeu que reação tardia custa caro. O que ainda diferencia empresas que preservam desempenho daquelas que seguem “patinando” é a capacidade de antecipar risco, interpretar dados e estruturar prevenção de forma consistente. Esse foi o foco da entrevista com Murilo Mora de Assis, Gerente Técnico Comercial da Biochem, realizada durante o Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), no estúdio agriPlay, “o espaço oficial de entrevistas com palestrantes e líderes do setor”, conduzida por Priscila Beck, Diretora da agriNews Brasil.
Segundo Murilo, a principal falha não está apenas na estratégia escolhida, mas no momento em que ela entra em ação. Empresas mais eficientes deixaram de esperar o problema aparecer para então reagir. Passaram a trabalhar com leitura prévia de dados, análise de risco e decisões mais rápidas.
“Empresas de sucesso que já estão um passo à frente, tendo sucesso, que formularam estratégias de gestão de risco baseadas na prevenção e na análise prévia de dados.”, afirma Murilo Mora de Assis.



































