No 2º trimestre de 2018, foram abatidas 1,38 bilhão de cabeças de frangos. Esse resultado significou queda de 6,9% em relação ao trimestre imediatamente anterior e redução de 4,0% na comparação com o mesmo período de 2017.
A pesquisa trimestral de abate de animais realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) registrou, no 2º trimestre de 2018, o pior resultado de abate de frangos para meses de maio, desde o 2° trimestre de 2009. Segundo o Instituto, o resultado pode ser explicado pela greve dos caminhoneiros, que impediu a normal circulação de produtos e insumos pelo país, prejudicando toda cadeia produtiva até a destinação do produto final.
No 2º trimestre de 2018, foram abatidas 1,38 bilhão de cabeças de frangos. Esse resultado significou queda de 6,9% em relação ao trimestre imediatamente anterior e redução de 4,0% na comparação com o mesmo período de 2017.
O abate de 57,35 milhões de cabeças de frangos a menos no 2º trimestre de 2018, em relação a igual período do ano anterior, foi determinado por reduções no abate em 14 das 24 Unidades da Federação que participaram da pesquisa.
Entre os estados com participação acima de 1,0%, ocorreram quedas em: Santa Catarina (-27,54 milhões de cabeças), Paraná (-23,74 milhões de cabeças), Goiás (-4,39 milhões de cabeças), Mato Grosso (-3,18 milhões de cabeças), Minas Gerais (-1,96 milhões de cabeças), Mato Grosso do Sul (-1,96 milhões de cabeças) e Distrito Federal (-658,26 mil cabeças).
Em contrapartida, ocorreram aumentos em: Rio Grande do Sul (+4,39 milhões de cabeças), Bahia (+3,43 milhões de cabeças), Pará (+3,27 milhões de cabeças), Pernambuco (+927,86 mil cabeças) e São Paulo (+21,56 mil cabeças).
O Paraná continua liderando amplamente o abate de frangos, com 30,8% da participação nacional, seguido por Rio Grande Sul (15,3%) e Santa Catarina (13,4%).
Produção de ovos bate novo recorde

A produção de 54,00 milhões de dúzias de ovos a mais, em nível nacional, no comparativo dos 2os trimestres 2018/2017, foi impulsionada por aumentos em 21 das 26 UFs com granjas enquadradas no universo da pesquisa.
Os aumentos mais intensos ocorreram em Espírito Santo (+12,58 milhões de dúzias), São Paulo (+9,60 milhões de dúzias), Pernambuco (+5,51 milhões de dúzias), Ceará (+5,43 milhões de dúzias) e Mato Grosso (+5,41 milhões de dúzias).
O estado de São Paulo se manteve como maior produtor de ovos dentre as Unidades da Federação, com 29,1% da produção nacional, seguido agora pelo Espírito Santo (9,5%), Minas Gerais (9,3%) e Paraná (8,7%).
Assessoria de Imprensa do IBGE
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