Os principais destinos por receitas obtidas com a carne de frango chilena foram: China, 25%; EUA,25%; Reino Unido, 12%; e Porto Rico, 10%.
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No primeiro semestre de 2019, as exportações de carne de frango alcançaram 70.095 toneladas no Chile, representando um crescimento de 15% em volume, comparado ao mesmo período do ano anterior, segundo o Ministério da Agricultura do Governo do Chile
Em relação a receitas obtidas com a exportação de carne de frango, foram arrecadados US$183,2 milhões, valor 4% superior comparado a janeiro-junho de 2018.
Os principais destinos por receitas obtidas com a carne de frango chilena foram: China, 25%; EUA,25%; Reino Unido, 12%; e Porto Rico, 10%.

A diretora da Oficina de Estudos e Políticas Agrárias, ODEPA, do Chile, María Emilia Undurraga, comunicou que as exportações de aves, suínos e bovinos aumentaram em relação ao primeiro semestre do ano passado.
Carne Suína
As exportações de carne suína, neste mesmo período analisado, registraram 107.480 toneladas, exibindo um crescimento de 13% em volume exportado, comparado ao mesmo período do ano passado.
Já em termos de receitas obtidas com a exportação da carne suína, foram arrecadados US$262 milhões, ou seja, um aumento de 9% em relação ao primeiro semestre do ano passado.
Para a carne suína, os principais destinos foram: China, 30%; Japão, 25%; Coreia do Sul, 21%; e Rússia, 14%.

Carne Bovina
A exportação de carne bovina subiu para 7.825 toneladas, representando um aumento de 65% no volume enviado, em comparação com o primeiro semestre do ano anterior.
No entanto, no primeiro semestre de 2019, a receita advinda das exportações de carne bovina foi de US$30,8 milhões, registrando um aumento de 50% comparado ao mesmo período do ano passado.
Os principais países de destino para a carne bovina em valores, foram: China, 71%; Canadá, 8%; Cuba, 6%, e Espanha; 6%.
A diretora da ODEPA, María Emilia Undurraga, disse que para manter este dinamismo exportador positivo é fundamental fortalecer ainda mais o trabalho conjunto entre o público e o privado. Isto com o propósito de continuar diversificando os mercados e, por sua vez, continuar se posicionando como um setor econômico gerador de alimentos inócuos, saudáveis e de qualidade, produzidos em cadeias agroalimentares reconhecidamente sustentáveis.
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