As vendas do semestre geraram US$ 8,024 milhões, número 152,9% superior ao realizado nos seis primeiros meses de 2020, com US$ 3,173 milhões.
As exportações brasileiras de ovos (in natura e processados) acumularam alta de 145,1% no primeiro semestre de 2021, segundo a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal). No total, foram exportadas 5,6 mil toneladas neste ano, contra 2,3 mil toneladas no mesmo período do ano passado.
As vendas do semestre geraram US$ 8,024 milhões, número 152,9% superior ao realizado nos seis primeiros meses de 2020, com US$ 3,173 milhões.

Considerando apenas o mês de junho, o volume mensal exportado chegou a 554 toneladas, dado 162,2% maior que as 211 toneladas exportadas no sexto mês de 2020. O resultado em dólares dos embarques alcançou US$ 1,016 milhão, que supera em 172,5% o desempenho do mesmo período do ano passado, com US$ 373 mil.
Os Emirados Árabes Unidos continuaram como destino principal das exportações, com 3,947 toneladas exportadas no primeiro semestre (+358,4% em relação ao mesmo período de 2020). Também se destacaram as vendas para o Japão, com 245 toneladas (+81,6%) e Omã, com 271 toneladas (sem comparativos relatados, com embarques iniciados recentemente).
“O setor está direcionando seus esforços para as exportações de forma mais significativa neste ano, com o objetivo de reduzir os impactos gerados pelos custos de produção. São destinos com alto valor agregado, que se refletem em melhor desempenho em preço médio e mais rentabilidade, para amenizar as contas diante das altas históricas do milho e do farelo de soja”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.
SOBRE A ABPA
A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos da avicultura e da suinocultura do Brasil, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões.
Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a Apex-Brasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos:
Fonte: Assessoria de Imprensa da Associação Brasileira de Proteína Animal
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