A receita acumulada com os embarques do setor alcançou US$ 5,01 milhões, número 154,3% maior que o obtido no primeiro trimestre de 2020, com US$ 2 milhões.
As exportações brasileiras de ovos, considerando in natura e processados, mantiveram ritmo fortemente positivo no fechamento do primeiro trimestre, segundo a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal). O volume exportado no período alcançou 3,773 mil toneladas, número 142,5% maior que o obtido no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 1,556 mil toneladas.
A receita acumulada com os embarques do setor alcançou US$ 5,01 milhões, número 154,3% maior que o obtido no primeiro trimestre de 2020, com US$ 2 milhões.

Considerando apenas o mês de março, as vendas do setor alcançaram 596 toneladas, número 106,8% maior que o registrado no mesmo período de 2020, quando foram embarcadas 288 toneladas. O saldo das vendas chegou a US$ 971 mil, resultado 160,5% maior que o efetivado em março do ano passado, com US$ 373 mil.
Os Emirados Árabes Unidos foram o principal destino das exportações, com 72,9% do total embarcado pelo Brasil no primeiro trimestre. Ao todo, foram 2,799 mil toneladas (+255,1%), gerando receita de US$ 2,974 milhões (+265,1%).
“O setor exportador de ovos vem experimentando um notável crescimento, que deve ser favorecido com a recente abertura da Argentina e do Chile para ovos in natura”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA. “A proximidade geográfica deve ser um fator logístico que impulsionará as vendas para as nações do Mercosul, melhorando ainda mais o desempenho do setor”, completa.
Na quinta-feira passada (8/4), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou os Certificados Sanitários Internacionais, que habilitam o Brasil a exportar ovos in natura para o Chile e a Argentina.
Os Certificados são válidos para todos os estados, no caso das exportações para a Argentina. Já as exportações de ovos in natura ao Chile estão autorizadas a todos os estabelecimentos localizados no Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e São Paulo.
O fato de a Argentina e o Chile serem mercados geograficamente mais próximos que o atual principal importador de ovos in natura brasileiro, os Emirados Árabes Unidos, gera boas expectativas quanto a um incremento ainda maior das vendas do setor, segundo a ABPA.
Fonte: Assessoria de Imprensa da ABPA
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