
O estado do Rio Grande do Sul (RS) abateu 203,9 milhões de cabeças de frangos no segundo trimestre de 2019, o que representa um crescimento de 5,8% (cerca de 11 milhões de cabeças) comparado ao mesmo período de 2018. A informação foi divulgada na tarde desta segunda-feira (16/9), pela diretoria da ASGAV (Associação Gaúcha de Avicultura).
Segundo o Diretor Executivo da Asgav, Eduardo Santos, os dados têm como base os abates oficiais consolidados dos frigoríficos avícolas do ES.

Os dados divulgados pela entidade contradizem a informação divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na semana passada. Segundo os dados divulgados pelo IBGE, o estado do RS teria abatido 8,94 milhões de cabeças de frango a menos que no mesmo período de 2018.
“Recentemente saiu um levantamento do IBGE informando a queda de abate de frangos no RS neste mesmo período, não sabemos a base destas informações.’, comenta Eduardo Santos.
Segundo informação do site do IBGE, a Pesquisa Trimestral do Abate de Animais investiga um cadastro de informantes composto por todos os estabelecimentos que efetuam a atividade de abate de bovinos, suínos ou frangos e estão sob inspeção sanitária federal, estadual ou municipal. Segundo o Instituto, o cadastro é atualizado continuamente com dados do Ministério da Agricultura (S.I.F.) e das secretarias estaduais/municipais de agricultura.
“Como o abate de animais é, por lei, obrigatoriamente fiscalizado, e todos os estabelecimentos cadastrados são investigados, sem amostragem ou corte, a pesquisa representa o universo do abate formal de bovinos, suínos e frangos do País”, informa o site da entidade.
Ainda segundo divulgado no site do Instituto, os dados são coletados pelas agências do IBGE através de visita aos estabelecimentos e entrevista pessoal, ou por meio eletrônico, sendo digitados nas agências através de um sistema de informática próprio, onde são armazenados no banco de dados. As informações da pesquisa referente ao segundo trimestre de 2019 foram coletadas entre 1 e 31 de julho de 2019.
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