
“O uso de vacinas autógenas ainda é pouco claro na avicultura brasileira, no sentido de: em que momento deve ser feito o uso, qual agente deve ser usado na vacina, como se faz a escolha adequada de uma cepa de campo, como funciona o processo de produção, considerando desde a colheita do material até a entrega do produto final. Por sua vez, para a suinocultura e piscicultura, mais especificamente para a produção de tilápias, já é uma ferramenta mais conhecida, porém, pouco discutida”, relata.
O evento trará uma discussão ampla sobre o tema, desde a legislação que rege a produção de vacinas autógenas, os aspectos técnicos e imunológicos envolvidos em seu uso em diferentes espécies animais e os cases de campo de uso dessa ferramenta.








































